Quem me dera, nesse coração morar...fazer abrigo de paz.
Acordar com aquele seu sorriso que aquece qualquer coração gelado.
Eu queria sua paz perto da minha confusão e fazer de tudo isso uma bela canção.
Um samba do grande amor.
As vezes sinto sua mão, bem perto da minha conduzindo a minha dança imaginária.
Meu amor imaginário, e tudo que um dia pensei que poderia existir.
Mas meu querido, a razão tomou conta do que era um simples sonho.
Hoje, vejo você procurando a sua estrela brilhante muito longe da minha, andando em direção oposta a minha que sempre procurou a sua.
Vou sair por ai, em direção ao sol vermelho como sempre.
Deitar no meu abrigo, que não é seu peito franco e aberto cheirando a hortelã.
Razão, volte para esse coração.
Ele anda apertado e aflito demais.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Café com bicoitos

Chove hoje
Os dias andam cada vez menos compreensíveis
Quando chove,tudo fica assim mesmo com cara de mais triste,mas quando a tristeza já faz tomar conta de você?
Ai se torna aquele dia,chato e simplesmente sem graça.
Nublado e escuro por dentro,frio e melancólico.
As flores? essas já se desmancharam com o vento forte que sopra do oceano.
Ela então sai.
Vai á uma cafeteria,faz frio ela comprou roupas para o inverno e decide tomar café com leite e torradas.
Mesmo sem querer sair de casa ela vai.
Coloca sua meia-calça preta fio 40,sua saia e uma jaqueta.
Compra seu carlton crema,que com o café fica deliciosamente melhor.
E vai...
Chega lá e ao seu lado naquela cafeteria tão linda está um rapaz,um belo RAPAZ com sua camêra Cannon profissional no pescoço,barba por fazer,cabelos encaracolados tão lindos.
Seu cheiro hortelã bem característico invadia suas narinas.
Ela começou então a observar as pessoas.
Como andavam depressa preocupadas com hora,tempo...
E ele ali querendo saber como chegar na aquela menina com olhar distante e frio.
E ela querendo saber como um homem tão magicamente encantador estava fazendo ali na cafeteria SOZINHO.
Ela fez seu pedido,café e leite biscoitinhos e geleia de morango.
Então depois de décadas enfim ele arrumou um jeitinho de deixar cair seu telefone.
Ela viu deu um sorriso meia boca,pegou sua torrada passou-lhe geleia de morango e quando ele saiu da linda cafeteria ela praticamente caiu em cima do pequeno papel.
Ela foi pra casa e esperou 1 semana certinha e ligou.
Chovia torrencialmente nesse dia,uma voz sonoleta atendeu.
-*ELE: Alô
-*ELA:Oi,menino da cafeteria?
-*ELE:sim,meu nome é Artur
-*Ela:aHh,você deixou cair o papel com seu telefone,desculpe te acordei sim?
-*ELE:sabe tentei te decifrar ali na cafeteria,não o consegui por isso o papel "caiu" de minha mão.Posso tentar?
- Ela* (se sentiu tentada),sim ás 19 horas na cafeteria me aguarde com biscoitos e geleia de morango.
- ELE * oK.
Ele aguardava intensamente,olhava o relógio de 5 em 5 SEGUNDOS.
Fazia frio,mas muito frio essa noite,mas a noite estava linda e cinzenta.
E então chegou ela,no seu vestido e a mesma meia calça.
Eles conversaram e riram.
e depois de 2 meses ela em uma noite fria,estava com ele entre os lençois grudadinhos.
A Cannon dele guardava muitos e muito momentos de amor.
Quando chove,tudo fica assim mesmo com cara de mais triste,mas quando a tristeza já faz tomar conta de você?
Ai se torna aquele dia,chato e simplesmente sem graça.
Nublado e escuro por dentro,frio e melancólico.
As flores? essas já se desmancharam com o vento forte que sopra do oceano.
Ela então sai.
Vai á uma cafeteria,faz frio ela comprou roupas para o inverno e decide tomar café com leite e torradas.
Mesmo sem querer sair de casa ela vai.
Coloca sua meia-calça preta fio 40,sua saia e uma jaqueta.
Compra seu carlton crema,que com o café fica deliciosamente melhor.
E vai...
Chega lá e ao seu lado naquela cafeteria tão linda está um rapaz,um belo RAPAZ com sua camêra Cannon profissional no pescoço,barba por fazer,cabelos encaracolados tão lindos.
Seu cheiro hortelã bem característico invadia suas narinas.
Ela começou então a observar as pessoas.
Como andavam depressa preocupadas com hora,tempo...
E ele ali querendo saber como chegar na aquela menina com olhar distante e frio.
E ela querendo saber como um homem tão magicamente encantador estava fazendo ali na cafeteria SOZINHO.
Ela fez seu pedido,café e leite biscoitinhos e geleia de morango.
Então depois de décadas enfim ele arrumou um jeitinho de deixar cair seu telefone.
Ela viu deu um sorriso meia boca,pegou sua torrada passou-lhe geleia de morango e quando ele saiu da linda cafeteria ela praticamente caiu em cima do pequeno papel.
Ela foi pra casa e esperou 1 semana certinha e ligou.
Chovia torrencialmente nesse dia,uma voz sonoleta atendeu.
-*ELE: Alô
-*ELA:Oi,menino da cafeteria?
-*ELE:sim,meu nome é Artur
-*Ela:aHh,você deixou cair o papel com seu telefone,desculpe te acordei sim?
-*ELE:sabe tentei te decifrar ali na cafeteria,não o consegui por isso o papel "caiu" de minha mão.Posso tentar?
- Ela* (se sentiu tentada),sim ás 19 horas na cafeteria me aguarde com biscoitos e geleia de morango.
- ELE * oK.
Ele aguardava intensamente,olhava o relógio de 5 em 5 SEGUNDOS.
Fazia frio,mas muito frio essa noite,mas a noite estava linda e cinzenta.
E então chegou ela,no seu vestido e a mesma meia calça.
Eles conversaram e riram.
e depois de 2 meses ela em uma noite fria,estava com ele entre os lençois grudadinhos.
A Cannon dele guardava muitos e muito momentos de amor.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
A verdadeira vontade dela
- Tudo começou a anos atrás,e ela hoje anda sem rumo de antes.
Sem nem mesmo o pouco equilibrio de antes,e tudo isso por ele.
Pelo infeliz feliz momento em que ela o conheceu,e então sentia-se algo novo,algo que acho que ela levará pro resto de sua vida.
E dói nela saber que ele não ter quem amar.
E depois disso ela tenta se acostumar a viver sem ele,sem as coisas dele espalhadas no coração,sem as lembranças desmontadas.
E hoje ela só quer que ele chore lágrimas sofridas que ela também sofreu.
Parece egoismo,parece falta de compaixão,mas querer o seu sofrer a faz se sentir melhor.
E ela segue seu caminho.
Sem nem mesmo o pouco equilibrio de antes,e tudo isso por ele.
Pelo infeliz feliz momento em que ela o conheceu,e então sentia-se algo novo,algo que acho que ela levará pro resto de sua vida.
E dói nela saber que ele não ter quem amar.
E depois disso ela tenta se acostumar a viver sem ele,sem as coisas dele espalhadas no coração,sem as lembranças desmontadas.
E hoje ela só quer que ele chore lágrimas sofridas que ela também sofreu.
Parece egoismo,parece falta de compaixão,mas querer o seu sofrer a faz se sentir melhor.
E ela segue seu caminho.
sábado, 16 de outubro de 2010
Nós e o mar.
Estava na calçada,
Sentado no banco azul eu te vi caminhando, pensando nele...
Vi mais do que pensava ver, o meu futuro ao seu lado,
Você pisando no mar e de longe arrumando sua vida,
Para ficar perto da minha.
Vi seu sorriso de longe e me senti feliz...
Logo senti o seu abraço,
Eu acordei de mais sonhos,
Ainda na calçada; perto do mar.
Mais perto agora, sentindo o seu cheiro.
Poderia tocar e o medo de quebrar,
Me fez voltar de sonhos esquecidos.
Me fez acordar e ver o que espero
Que quero,
Não estou arruinado, não estamos em ruínas...
Ainda está longe começo e já passamos pelo fim,
Hoje eu tenho coragem pra sonhar.
Escrito com Relatos Avulsos,♥
Sentado no banco azul eu te vi caminhando, pensando nele...
Vi mais do que pensava ver, o meu futuro ao seu lado,
Você pisando no mar e de longe arrumando sua vida,
Para ficar perto da minha.
Vi seu sorriso de longe e me senti feliz...
Logo senti o seu abraço,
Eu acordei de mais sonhos,
Ainda na calçada; perto do mar.
Mais perto agora, sentindo o seu cheiro.
Poderia tocar e o medo de quebrar,
Me fez voltar de sonhos esquecidos.
Me fez acordar e ver o que espero
Que quero,
Não estou arruinado, não estamos em ruínas...
Ainda está longe começo e já passamos pelo fim,
Hoje eu tenho coragem pra sonhar.
Escrito com Relatos Avulsos,♥
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Ela na varanda;Você no retrato.
Não serei mensageiro de boas novas;
Nem de boas vindas...Apegos que me transmitam dor;
Viagem ao passado que me corta
Jamais pensei nisso.
Ninguém jamais mereceu seus olhos cor de mel;
Seu toque avivador, seu cheiro de Jasmim...
Não vou recolher lágrimas, não serei o herói necessário.
Só mais um covarde, mas que fugirá de você.
Suas estampas e lábios...
Esse colo; jamais meu.
Coxas do diabo que me chamam,
Não viverei a sua vida.
Fugirei sim!
Fugirei dos teus encantos;
Das tuas formas loucas de me conquistar.
Dos teus olhares que me armam e me levam até você...
Serei covarde... Onde possa viver melhor.
Parceria com Relatos avulsos, @relatosavulsos
domingo, 5 de setembro de 2010
O Não texto.
Você não está lendo um texto. Você está dormindo numa rede, atravessando um farol, comprando um porta-clipes, fazendo arroz integral, prendendo os cabelos, assistindo doctor House, vendo sua cachorra espreguiçar. Sei lá, qualquer coisa. Mas você não está lendo esse texto. Eu também não estou escrevendo pela trigésima vez sobre gostar de alguém. E tentando entender todos os 567 contras e 876 a favor. E tentando metaforizar um cheiro, um olhar, uma frase. E tentando descrever minha dor só para dar a ela algum patamar mais interessante do que a simplicidade de uma simples dor. E tentando supervalorizar minha alegria, só para dar a ela um gosto de vitória como se jamais fosse cotidiano ser feliz. Eu não estou de frente para uma folha em branco. Tentando tornar meus personagens mais interessante e meus sentimentos mais nobres. Eu estou de frente para eles, vendo que meu personagem pode ser sem graça e meu sentimento pode estar morrendo. Este é um não texto porque cansei da minha covardia em me contar um mundo que eu invento para viver melhor. Cansei de me contar um personagem só para que suspirar não seja um simples movimento involuntário. Cansei de me contar uma história linda, só para que os dias não corram sem magia e sem a certeza de um grande final de filme. Imagina só que vida chata se eu, ao invés de escrever um texto de amor, cheio de esperança, profundidade, dor, maluquice, tesão, estivesse escrevendo um texto assim: e ninguém é interessante e eu, pra ser sincera, não gosto de ninguém. Triste, muito triste. Chato. E pior do que tudo isso: anti-literário. Como é que um escritor vai se sustentar com um coração vazio? Mas chega. Hoje decidi que estou prestes a assumir meu coração vazio. Não decidi isso movida por uma grande coragem ou por um momento de iluminação. Nada grandioso aconteceu. Apenas sinto que dei um pequeno, quase imperceptível, passo para uma vida mais madura. Eu simplesmente não suporto mais pintar o céu de cor-de-rosa para achar que vale a pena sair da cama. Não posso mais emprestar mistério ao vazio, vida ao oco, esperança ao defunto, saliva ao seco. Não posso mais emprestar meus desejos para que pessoas se tornem desejáveis. E, finalmente, não posso mais inventar amor só para poder falar dele. Muita gente me fala “que coragem ir tão fundo na sua dor”, “que coragem sentir tantas coisas a flor da pele”. Mas pelo menos hoje quero me desafiar a fazer algo muito mais difícil. Quero não sentir nada. Quero descansar meu coração de saco cheio das minhas invenções e precisando se preparar para viver algo de verdade. Como será que é acordar e não esperar nada com o toque do celular, da campainha, do messenger, do e-mail, do ar, do chão? Como será que é sentir e gostar da vida pela sua calmaria e banalidade? Como será que é viver a banalidade sem achar que isso é banal? Este é um não texto. Pra falar de um não amor. Pra falar de um não homem. Pra falar de uma não fantasia, invenção, personagem. Esse é um texto a favor da vida, pra falar da vida. A vida com seus defeitos, cinzas, brancos, estagnações, paradas, frios, silêncios, amenidades. A vida que pode não acelerar o peito e deixar tudo com estrelinhas de purpurina. Mas que é incrível por ser real. A vida que não se escreve mas se vive, mesmo que isso, muitas vezes, seja ainda mais difícil que qualquer regra gramatical ou construção literária.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Grãos
Entardecer.
Grãos de areia, água, pés.
Mãos entrelaçadas.
Caminhando, rumo ás águas de um mar revolto.
E ela "acorda" dos pensamentos e se vê sentada nas pedras do arpoador.
Pensa "melhor perto sem mim do que longe".
E pensa denovo "Só olhar para ele, sentar ao lado, ouvir a voz, faz tudo ficar mais feliz.Algumas pessoas simplesmente valem a pena"
Grãos de areia, água, pés.
Mãos entrelaçadas.
Caminhando, rumo ás águas de um mar revolto.
E ela "acorda" dos pensamentos e se vê sentada nas pedras do arpoador.
Pensa "melhor perto sem mim do que longe".
E pensa denovo "Só olhar para ele, sentar ao lado, ouvir a voz, faz tudo ficar mais feliz.Algumas pessoas simplesmente valem a pena"
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